O momento de introdução, o conteúdo e a qualidade da alimentação complementar, juntamente com as práticas alimentares e fatores socioeconômicos, podem influenciar o risco de obesidade e os hábitos alimentares a longo prazo. As exposições dietéticas precoces durante esse período podem alterar a diversidade da microbiota intestinal, potencialmente predispondo ao ganho excessivo de peso. Este artigo revisa as evidências que relacionam os padrões de alimentação complementar ao risco de obesidade e destaca estratégias de prevenção, como a alimentação responsiva e orientações parentais claras e consistentes, que podem apoiar o crescimento saudável e reduzir a probabilidade de obesidade desde a infância até a vida adulta.